
Espero meu Capitão.
Plantada na beira de um cais, olhos protegidos do sol, vento na cara,
mão na cintura para ter postura de agüentar o tempo de espera.
Meu Capitão foi ao mar.
Conheci meu Capitão num dia de magia.
Na hora do lusco-fusco.
Primeira impressão – Um sorriso.
Depois encantamento!
Derreti feito gelatina.
Não sabia o que fazer com gestos e palavras,
Fiquei boba.
Apenas encantamento.
Dancei uma dança de carinhos nas costas
Toque na pele
Mão no bolso
E quanto mais me encantava, mais derretia e boba ficava!
Meu capitão foi ao mar.
E eu aqui continuo a esperar.
Plantada na beira de um cais, olhos protegidos do sol, vento na cara,
mão na cintura para ter postura de agüentar o tempo de espera.
Meu Capitão foi ao mar.
Conheci meu Capitão num dia de magia.
Na hora do lusco-fusco.
Primeira impressão – Um sorriso.
Depois encantamento!
Derreti feito gelatina.
Não sabia o que fazer com gestos e palavras,
Fiquei boba.
Apenas encantamento.
Dancei uma dança de carinhos nas costas
Toque na pele
Mão no bolso
E quanto mais me encantava, mais derretia e boba ficava!
Meu capitão foi ao mar.
E eu aqui continuo a esperar.
3 comentários:
Matilde, seu capitão precisa saber disso...ou ele sabe?! Se sabe, que venha logo te buscar ou que você use de uma frase parte de uma canção brasileira: "...quem me levará sou eu, quem me leva lá sou eu..." Grande Matiiiillllde!Arrasou!!!
Esqueci de dizer que a ilustração tá perfeita!!! bjos
Pois Matilde...fiquei encantada com o post. Muito bom escrever assim, dando nomes e cores a seus sentimentos!
Belo, belo!
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