Queria saber rimar,
Pois então não ficaria tão difícil achar
Palavras que quero te dar.
Para ele,
Meu norte, meu sul,
Minha bússola a girar.
Não há tempo ruim ,
Nem nada pra reclamar.
Se fico, se vou,
Se calo ou se grito,
Sinto sempre em meu ombro
O abraço amigo.
Feito de cal e pedra
De amores e dores
Está sempre comigo
Mesmo quando, distante, apenas me abre um sorriso.
Te sinto presente, constante, abrigo
Meu pai, meu amigo.
Para o grande Homem, que é meu Pai, meu amigo, meu cúmplice, meu companheiro de tantas histórias: Passadas, amadas, choradas, sofridas, risonhas, de whisky, de viagens ao redor de um globo de plástico,de sonhos, de amores, de vida.
Com todo amor
Sua Filha.
Matilde por Leonardo Cribari
terça-feira, 8 de maio de 2007
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Um comentário:
Matilde, espero que seu pai já tenha lido porque não é toda filha (o) que faz uma declaração dessa e, realisticamente falando, nem todo o pai que merece. Queria eu essa inspiração singela, delicada, competente para imitar você e fazer o mesmo com o meu. Quem sabe se quando eu crescer...Bjos
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